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O doce veneno do escorpião.

 Assisti o filme inspirado na vida da garota de programa Bruna Surfistinha e lembrei de uma cena na rua Silva Rabelo no bairro do Méier. Uma garota segurava um exemplar do livro O doce veneno do escorpião e no outro lado da rua um garoto aparentando ter a mesma idade, retirava alguns objetos da lixeira de um condomínio. Mundos diferentes, o garoto enfrentando dificuldades e tendo que conhecer a vida de uma forma mais crua e garota até então bem criada, poderia também expressar a vontade de conhecer uma outra realidade.  A Bruna foi educada em um lar aparentemente saudável e teve acesso à educação, mas resolveu entrar na vida chamada de fácil (deitar com qualquer um, enfrentar preconceitos), a vida dessas mulheres não é nada  fácil na Vila Mimosa, na Boca do Lixo ou na praia de Iracema. O poder público tem dado pouca atenção para esse quadro e muitas adolescentes continuam na ilusão do luxo e da riqueza, nos extremos do ...

I Congresso Brasileiro de Paleografia e Diplomática.

 Quando falamos em Paleografia, é preciso lembrar do professor João Eurípedes Franklin Leal. Em suas aulas no curso de Arquivologia da UNI-RIO contava com entusiasmo as suas experiências na Rússia, China e outras partes do Oriente. O livro Noções de Paleografia e de  Diplomática , escrito pelo Profº Franklin é um marco para a Arquivologia e o I Congresso Brasileiro de Paleografia e Diplomática representa um avanço para a ciência arquivística.  Para inscrições:  http://www.paleografia.arquivista.net/inscricoes

Rua Carlos de Carvalho,60.

  Conheci os meus amigos Eduardo e Tião Berini quando cruzei  por inteiro a rua Carlos de Carvalho em 1998 . Num pequeno apartamento do prédio de número 60, montamos um programa de rádio, formamos uma banda e criamos uma empresa de consultoria.  Curiosamente, na década de 50 e no mesmo local, o cineasta e acadêmico Nelson Pereira dos Santos e músico Zé Ketti residiram em um dos apartamentos para iniciar a filmagem de "Rio 40 Graus". Nunca tentamos rodar um filme, apesar da insistência do Tião. O pequeno apartamento não era um mundo, mas em alguns momentos o mundo esteve dentro dele. Os anos passaram e hoje moramos em cidades diferentes, mas continuamos incentivando as idéias e os projetos de cada um.

Nova identidade.

 Segue acima, a minha nova identidade.

Na Usina.

  Na Usina Cultural da Energisa, um espaço para leitura e divulgação da cultura paraibana. A livraria da Usina que funciona desde o festival de cinema (Cineport em 2009), é administrada pelo paraibano Ivo e a sua esposa Ana. Por lá, podemos encontrar publicações sobre cinema e uma refinada seleção da literatura nacional e internacional. Contato: aialivros@ig.com.br