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Mostrando postagens com o rótulo Música

Ouvidos.

 Não é apego com o passado, mas a música do século xx por enquanto agrada mais que a música do século atual.  Por isso ocupo os meus ouvidos, na maioria das vezes, com as músicas desse passado recente como: Nina Simone, Roberto Silva, Cartola, The   Beatles, entre outros. Não   deixando de ser moderno ou contemporâneo,   continuo sintonizado nas FMs da vida em busca de algo que soe agradável. Nas   últimas buscas, encontrei coisas interessantes como a banda Young the Giant, Raphael Saadiq e a agradabilíssima Terno Rei. Espero que ainda haja boa música e qualidade criativa nos novos tempos, meus ouvidos e cabeça continuam em constante procura.

David Bowie.

  Ficamos mais pobres com a morte de David Bowie. Perdemos arte, música e cultura Rock.

Lobão.

A sua música e o seu discurso podem ser sinônimos de novidade, o rock errou, continua errante e o nosso Lobão só aprendeu com os erros. Mantendo uma coerência no seu trabalho que nunca deixou de abrir portas e janelas  para as novas tendências. Em 2000, tive oportunidade de trabalhar com este  músico no processo de divulgação do seu disco A Vida é Doce que foi  lançado em um esquema independente com vendas pela internet, bancas de jornais  e livrarias. As rádios comunitárias apoiaram a ideia e a Rádio Revolução (RJ) teve uma reportagem especial no programa Metrópolis da TV Cultura. Eu, Lobão e Aníbal  apresentamos o trabalho da Rádio Revolução para o Brasil naquela tarde especial.  Muito do que está escrito nas páginas do livro 50 anos a mil, deu para ser percebido nos encontros que tivemos depois da gravação do programa. Essa figura doce e inteligente, nunca foi um lobo mau, mas sim um lobo do seu lobo.  ...