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A semana não terá fim.

 Mesmo com recesso no congresso e sem Janja Tour, a próxima semana promete. Com avanço do centrão nos cargos do governo, reuniões extras de parlamentares da oposição para melhorar a artilharia nas CPI's. Aliado do governo, o consórcio de imprensa continua na ASCOM, perdendo o rumo. Com o aumento dos partidos na base do governo, o presidente e seus ministros devem recuperar o fôlego. Mas a narrativa continua emperrada, nada de picanha, nada de cervejinha e a gasolina continua cara.

A Michele sabia.

 Pelo que acompanhamos, a Michele sabia mais que todos. Tirou as forças do capitão, não matou o deputado e o Bolsonaro entregou o país em silêncio. Não teve golpe, não teve revolução. Sem julgamentos, mas foi pura covardia. Quem tinha popularidade e apoio da nação, a permissão estava dentro das quatro linhas da constituição. A pizza vendida em Orlando (EUA) pode ser gostosa, mas na digestação foi tão amarga, como a pizza que ele deixou aqui para o seu povo. 

Nem a Michelle.

  Nem a Michelle Bolsonaro sabe o que vai acontecer. Mas tem vários especialistas enchendo a cabeça do povo com análises rasas. Um dia são os militares, no outro dia são os índios, que iram tomar o poder. A análise bem certa é a da carreta furação que está derrubado tudo em Brasília, tem até ministro sem nomeação no D.O.U convocando coletiva de imprensa. Aliás, qual imprensa?

Dia 30.

 No próximo domingo, teremos um verdadeiro dia D. Podem ter certeza, que todos os atores da geopolítica mundial estão interessados no resultado das nossas eleições. Os santos, os bandidos, refugiados e até o Vaticano estarão na timeline, nos satélites, nos aplicativos, buscando as informações.   Para mais um dia sem fim nesse Brasil, até o domingo.

Pensando no dia 02 de Outubro.

  As eleições no Brasil sempre foram polarizadas. Com Lula e Collor e logo depois o início do teatro das tesouras ( PT e PSDB ) que ficou exposto agora. Em 2018, o elemento surpresa ( Jair Bolsonaro ) deu um nó no sistema, vencendo as eleições daquele ano. Agora, o capitão provou que é fiel ao povo brasileiro, resgatou o patriotismo e a esperança de dias melhores para o Brasil. Um país que vai bem na economia, com ingresso garantido na Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico ( OCDE ) e uma série de entregas substanciais para o desenvolvimento do país.   No dia 02 de outubro, o povo brasileiro decidirá o seu destino e pelo que acompanhamos a reeleição do presidente Jair Bolsonaro está bem próxima.  

Pesquisas.

 Qual será o instituto ( empresas ) de pesquisa mais confiável, com certeza não são as empresas IPEC ( antigo IBOPE ), DATAFOLHA e isto está bem claro. Os números apresentados destoam da realidade. As ruas e as redes sociais demonstram outro quadro. Logicamente, todos os partidos políticos fazem os seus levantamentos internos, esses levantamentos endossam candidaturas e alianças.   Nessa corrida eleitoral, aparentemente essas empresas de pesquisas estão dispostas a favorecer determinados grupos contratantes e um ilustre ex-presidiário.