Pular para o conteúdo principal

Postagens

Bono Vox Tupiniquim.

  Quantos reais o Renato Aragão doou para o Criança Esperança? Esse Bono Vox tupiniquim  gosta de fazer caridade com o dinheiro alheio, enquanto a sua conta bancária continua em constante evolução. Sabemos que o Renato Aragão nunca gostou de contato com a população carente, pobreza para o Didi só nas gravações dos estúdios da rede Globo, depois o baixo escalão prepara um higienização com álcool em gel e o magnata do humor brasileiro volta para a sua mansão. Saudade do Zé Trindade, Mussum, Grande Othelo, Tião Macalé, esses viveram a arte em tempo integral. A Globo conseguiu fabricar duas múmias Renato Aragão e Roberto Carlos, com as suas aparições artificiais e obrigatórias mostram a permanente precariedade cultural do nosso país.

O Papa.

  Recebemos o Papa Francisco, mas não podemos esquecer das ligações do Eike Batista com o governo, a desorientação da presidente Dilma, dos ministros do STJ, o tribunal mais caro do mundo. Gastamos um bilhão de reais por ano para manter o luxo desses ministros.  O Papa Francisco não conseguiu evitar o trânsito no Rio de Janeiro e seu cartão de boas-vindas foi o engarrafamento na avenida Presidente Vargas e este não foi o pior momento da sua visita, podemos considerar o longo discurso da presidente Dilma que cansou até os satélites das transmissoras. Enfim, com a simpatia e cordialidade do Papa Francisco, o Vaticano deixa o carrancudo Bento 16 mais que esquecido.

Chama o Palocci.

  O último ato do Lula como presidente da República foi entregar os hospitais universitários para empresa EBSERH , através da medida provisória Nº 520 editada em 31/12/2010.  O sistema de saúde no Brasil é precário, mas iniciar uma privatização como fez o Lula não é a melhor solução. Pode até faltar interesse dos médicos em atender na rede pública, principalmente nas cidades mais distantes. Vamos analisar; o governo oferece boas condições para o médico realizar as suas atividades? Em grande parte das cidades menores, saneamento básico, educação e outras formas preventivas de doenças não são as prioridades na cartilha dos administradores.  Com o impasse do programa Mais Médicos, a Dilma deveria chamar o Palocci que é médico de formação, para resolver a questão.

Cabral é o novo Sarney.

 O governador do Rio de Janeiro é o novo Sarney. Nos primeiros dias das tragédias na região serrana do Rio e nos recentes protestos que pedem a impugnação do seu mandato, o governador não foi localizado. Gasta o dinheiro público em Paris e na compra de helicópteros. Como um verdadeiro coronel, tem  à sua disposição um leão de chácara, o secretário de segurança, José Mariano Beltrame que manda a polícia agir com violência para impedir os protestos e os manifestos contra o seu chefe.  Maracanã privatizado, licitações direcionadas e o nosso estado foi reduzido e transformado em um condomínio da família Cabral e os seus agregados.

Perto da Crise.

  Nas olheiras da presidente Dilma, na expressão de cansaço do ministro  Guido  Mantega, notamos que o Brasil precisa de fôlego. A dinâmica petista  de  governar não encaixou no século XXI. A manifestação  popular mostrou   a  inoperância do governo petista e a sua incapacidade de gerenciar conflitos  políticos. O povo percebia, mas faltavam canais libertários para expressar as  insatisfações. O mote foi a realização da Copa e o aumento das passagens dos  ônibus. A fragilidade no discurso da presidente, a falta de uma liderança política  no congresso e nos estados, deram incentivo e coragem para o povo protestar.